A ESCOLHA

Agência de lançamento ou um estrategista com equipe atrás?

Se você está buscando uma agência de lançamento, esta página vai te poupar tempo. Eu não sou uma agência no sentido tradicional. Sou o estrategista que desenha e comanda a partida, com a minha própria agência de tráfego executando a mídia por trás. A diferença muda quem responde pelo seu resultado.

SEM RODEIO

Começando pela parte honesta

Você provavelmente digitou agência de lançamento no Google porque essa é a palavra que o mercado usa. É a palavra errada pro que você quer, mas ninguém te avisou. Então vou avisar agora, mesmo que isso me custe o clique.

Agência, no sentido clássico, é estrutura de execução. Ela entrega mão de obra organizada: mídia, edição, design, páginas, disparo, suporte, gestão de prazo. Isso é valioso e em projeto grande é indispensável. O que a maioria das agências não entrega, porque não foi montada pra isso, é a autoria da estratégia. O desenho costuma ficar com um coordenador de contas cujo trabalho real é administrar entregas dentro do cronograma. É uma função de logística, e logística boa não substitui decisão estratégica.

O que eu faço é o contrário disso na origem. Eu desenho a partida, respondo por ela do primeiro ao último lance, e tenho equipe atrás pra executar o que precisa de execução. A parte de mídia roda pela Agência Tráfego Pago, que é minha, com verba real e conta de anúncio em operação todo dia. Você contrata uma pessoa que responde pelo conjunto, e essa pessoa tem estrutura. Não é o mesmo que contratar uma estrutura e torcer pra alguém dentro dela responder pelo conjunto.

Logística boa não substitui decisão estratégica. São coisas diferentes com preços parecidos.
A COMPARAÇÃO

Duas formas de contratar, dois riscos diferentes

Nenhum dos dois modelos é errado. Eles resolvem problemas diferentes, e o erro caro é contratar um esperando o resultado do outro. Vale olhar cada um pelo que ele realmente é, incluindo o ponto fraco.

Contratar uma agência

Você ganha capacidade. Várias mãos trabalhando em paralelo, processo montado, gente pra cobrir imprevisto e prazo controlado por quem faz isso o dia inteiro. Em projeto de porte, isso é o que evita gargalo.

O risco mora em quem decide. Quando a estratégia é discutida em reunião com várias áreas e nenhuma delas responde pelo resultado final, a decisão sai pelo consenso, e consenso costuma escolher a alternativa mais segura em vez da mais certa. Some a isso o rodízio de time entre contas e você tem um projeto onde ninguém carrega a memória inteira do que foi decidido e por quê.

Contratar um estrategista com equipe

Você ganha autoria e responsabilidade concentrada. Uma pessoa desenha, responde e decide, com a execução organizada atrás. Quando o custo por lead foge da curva no terceiro dia de captação, a decisão sai no mesmo dia, porque quem decide é quem desenhou e é quem comanda a mídia.

O risco desse modelo também existe e é justo dizer qual é: capacidade. Um estrategista não pega qualquer volume de projeto ao mesmo tempo, e agenda cheia significa fila. Se você precisa de dez frentes rodando em paralelo com prazo curtíssimo, uma estrutura grande atende melhor esse tipo de demanda.

O ponto que decide entre os dois

A pergunta útil não é qual modelo é melhor. É esta: no seu projeto, quem vai responder se o lançamento não performar? Se a resposta for um nome de pessoa, com autoridade sobre o desenho inteiro, o arranjo funciona nos dois modelos. Se a resposta for um departamento, você já sabe como vai ser a reunião de fechamento. Cada área vai explicar por que a sua parte estava correta.

  • Escolha estrutura se o gargalo do seu projeto é volume de execução e prazo apertado em muitas frentes.
  • Escolha comando se o gargalo é decisão: promessa indefinida, isca duvidosa, calendário sem critério.
  • Desconfie de qualquer proposta que não deixe claro quem assina a estratégia com nome e sobrenome.
  • E desconfie de projeção de faturamento apresentada antes de qualquer pesquisa com a sua audiência.
O ARRANJO

Como eu opero, com a estrutura na medida

Na prática, o cliente contrata o desenho e o comando. A execução se organiza em volta disso, com a minha operação de tráfego cuidando da mídia e o time que você já tem cuidando do que já faz bem. Eu não peço pra você trocar de editor, de designer ou de social media. Peço que todo mundo execute o mesmo desenho, o que na maioria dos projetos é justamente o que faltava.

Essa arquitetura resolve um problema que todo mundo que já lançou com fornecedores separados conhece. Quando estratégia, mídia e criativo respondem a chefes diferentes, cada desvio vira reunião de alinhamento antes de virar correção. E lançamento não tem tempo pra isso, porque a janela em que uma correção ainda faz diferença é de dias, às vezes de horas.

A sequência de trabalho é a mesma de qualquer projeto meu: pesquisa, desenho, montagem, comando e fechamento. Se você quer ver o método por dentro antes de decidir, ele está aberto no site, lance por lance, começando em como planejar um lançamento digital e fechando em pós-lançamento. E se a dúvida ainda é sobre a função em si, a página sobre o que faz um estrategista de lançamento responde com calma.

O que fica comigo

Pesquisa, promessa, isca, roteiro do evento, oferta, calendário, prazo de carrinho, plano de pós-venda e a leitura diária dos números durante a captação. Em resumo, tudo que é decisão. É a parte que não dá pra dividir entre várias cabeças sem perder coerência, porque cada uma dessas escolhas depende da anterior.

O que fica com a estrutura

Mídia, criativo, edição, páginas, disparo e suporte. A mídia roda pela minha operação e o resto costuma ficar com o time que você já tem, porque na maioria dos projetos esse time é bom e só estava executando sem um desenho comum. Quando todo mundo trabalha a partir do mesmo plano, a qualidade da execução sobe sem trocar ninguém.

OS LIMITES

Quando eu não sou a escolha certa

Se o que você precisa é fornecedor de execução pra um plano que já está pronto e fechado, procure uma agência mesmo. Eu não pego projeto pra executar desenho de outra pessoa sem poder mexer nele, porque aí eu assumo o risco sem ter a caneta. É um arranjo ruim pros dois lados.

Se você ainda não tem audiência, este não é o serviço. Construir público do zero é outro trabalho e eu não seria o melhor caminho pra isso.

Se você quer volume grande de frentes rodando ao mesmo tempo, com muitas contas em paralelo e prazo curtíssimo, uma estrutura grande atende melhor. Prefiro dizer isso agora do que entrar num projeto que a minha agenda não sustenta.

E se a expectativa é receber uma projeção de faturamento na proposta comercial, a gente não vai fechar. Número cravado antes da pesquisa é chute vestido de projeção. Eu prefiro entregar uma leitura honesta do que o seu lançamento aguenta hoje, mesmo quando ela é menos animadora que a do concorrente que está te apresentando planilha.

Assumir o risco sem ter a caneta é arranjo ruim pros dois lados.
A DECISÃO

Como decidir sem chutar

A forma mais rápida de resolver essa escolha é colocar o seu projeto na mesa e olhar onde ele está travado. Se o travamento for de capacidade, estrutura resolve. Se for de decisão, comando resolve. Na maioria dos casos que chegam até mim, é de decisão, e a pessoa descobre isso em menos de meia hora de conversa.

Por isso o começo aqui é sempre o mesmo: uma conversa de 30 minutos, gratuita, sem proposta anexada. Eu olho audiência, oferta e momento, e falo com franqueza qual arranjo o seu projeto pede. Inclusive quando a resposta não sou eu. Já mandei gente pro caminho da estrutura própria e vou mandar de novo, porque diagnóstico honesto é a única propaganda que sobrevive ao segundo ano.

Se preferir se diagnosticar antes de falar comigo, O Tabuleiro faz doze perguntas e devolve onde o seu lançamento está de pé e onde ainda não está. E se quiser comparar o formato de serviço com calma, a página de consultoria de lançamento detalha escopo, fases e limites.

Perguntas diretas

Perguntas de quem está escolhendo entre agência e estrategista

Você é uma agência de lançamento?

Não no sentido tradicional. Sou o estrategista que desenha e comanda a partida, com a Agência Tráfego Pago, que é minha, executando a mídia por trás. Você contrata uma pessoa que responde pelo conjunto e que tem estrutura atrás, em vez de contratar uma estrutura e esperar que alguém dentro dela assuma a estratégia inteira. A diferença aparece no dia em que algo sai da curva.

Quanto custa contratar uma agência de lançamento?

Varia demais, e qualquer valor cravado nesta página seria invenção. O que muda o preço é o tamanho do produto, quanto de base já existe, se tem pesquisa feita e quanta execução precisa ser assumida de fora. No meu caso, escopo e valor só aparecem depois do diagnóstico gratuito, porque antes de ver o projeto eu não teria como calcular nada honesto.

Posso manter minha agência atual e contratar você só pra estratégia?

Dá pra fazer, com uma condição: a estratégia precisa ser executada como foi desenhada. Se a agência tiver autonomia pra mudar isca, calendário ou oferta por conta, o arranjo não se sustenta e ninguém responde pelo resultado. Quando o desenho é respeitado, trabalhar junto com o time que você já tem funciona bem e é o mais comum nos meus projetos.

Qual o tamanho mínimo de projeto que você atende?

Não trabalho com número mínimo de seguidor nem de faturamento como régua. O que peso é outra coisa: existe audiência real, existe domínio do tema e existe verba pra colocar em mídia sem comprometer o caixa. Se essas três estiverem de pé, dá pra conversar. O diagnóstico de 30 minutos existe justamente pra responder isso olhando o seu caso.

Seu lance

Antes de assinar com qualquer agência, coloque o projeto na mesa.

Trinta minutos de diagnóstico gratuito pra descobrir se o seu gargalo é de capacidade ou de decisão.

O Primeiro Lance

A sessão olha audiência, oferta e timing, e termina te dizendo qual arranjo o seu lançamento pede: estrutura de execução, comando estratégico ou os dois. Se a resposta certa não for eu, eu falo isso na mesma conversa.

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Prefiro conversar com quem já tem audiência construída e produto em mente.

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